Parador
na Mídia
O Parador foi destaque em diversas matérias
exibidas em jornais, revistas e TV de todo o país
desde sua abertura.
Aqui estão algumas delas para que você possa
saber as opiniões de quem sabe tudo de turismo
sobre o Parador Casa da Montanha.
- Revista
Pão de Açúcar
- Revista
Turismo Brasil Sul
- Revista
Viagem e Turismo
- Revista
Isto É
- Jornal Rural
do Sul
- Revista
Chiques
- Revista
Próxima Viajem
- Jornal Panrotas
- Jornal do
Brasil (JB On Line)
- Estado
de São Paulo
- Revista
Versatille
- Jornal
Panrotas
- Site: www.familiaaventura.com.br
- Revista
na Capa
- Jornal
Zero Hora
- Revista
Marie Claire
Revista
Pão de Açúcar
Julho 2003
Ao sabor dos ventos.
As
barracas térmicas do Parador Casa da Montanha mesclam
aventura e conforto. Os sete apartamentos oferecidos pelo
Parador, o hotel mais concorrido da região, são
o charme da região. Trata-se de barracas térmicas,
tendas armadas em estrutura de madeira, cobertas de lona,
forradas de fibra de vidro, com acabamento em tecido e
aquecimento a gás individualizado.
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Revista
Turismo Brasil Sul
Abril/Maio 2003
Acampamento de Luxo.
Perto dos cânions
dos Aparados da Serra, o Parador Casa da Montanha oferece
hospedagem confortável e boa comida sem perder
contato com a natureza.
Quem gosta de acampara buscando intimidade com a natureza,
mas detesta chão gelado, farelo de bolacha e xixi
no mato, tem agora uma opção de hospedagem
que reúne a rusticidade de um acampamento com a
comodidade de hotel de categoria. Localizado no município
gaúcho de Cambará do Sul, a poucos quilômetros
dos cânions dos Aparados da Serra, o Parador Casa
da Montanha foi inaugurado há seis meses como o
primeiro hotel de barracas do Brasil, uma nova forma de
praticar ecoturismo sem abrir mão do conforto.
As barracas são de lona, mas possuem estrutura
de madeira, forração térmica, lavabo,
estufa e ventilador de teto, além de colchões
confortáveis e roupa de cama adequada. Apesar destas
comodidades, o astral é rústico e o hóspede
sente-se mesmo num acampamento, escutando o murmúrio
das águas do arroio, o pio da coruja e o vento
que penteia os Campos de Cima da Serra.
Hoje o Parador Casa da Montanha conta com seis barracas
dispostas sobre o arroio Camarinhas, e oferece alternativas
ecoturísticas leves e gratificantes, como passeios
a cavalo, pesca esportiva, trekking e passeios de jipe,
além de visitas aos cânions do Itaimbezinho
e Fortaleza.
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Revista
Viagem e Turismo
Maio/2003
Nos lindos cânions
do Rio Grande do Sul, as barracas mais ecochiques do Brasil.
Essas barracas foram o
ponto alto de uma viagem que fiz a Serra Gaúcha
durante seis dias e que foi permeada de paisagens e pessoas
fora do comum. Com o ecoturismo gaúcho indo, aparentemente,
de vento em popa, com uma infra-estrutura profissional,
esbaldei-me nas caminhadas pelos assombrosos canyons do
Itaimbezinho e Fortaleza e estreei na prática do
rafting num rio quase selvagem. Isso sem contar a cultura
de hospitalidade que norteia as pessoas que habitam a
região e sua requintada gastronomia, que vai do
conhecido churrasco ao inocente e saboroso almoço
campeiro. Quanto as barracas do Parador, confesso que,
a princípio, fiquei apreensivo. Talvez seja um
trauma de juventude. Passei por infernais noites de frio
enrolado em gélidos sleeping bags e tendo como
abrigo as não menos gélidas barraquinhas.
Mas aqui a história era outra. Da confortável
cama casal ao eficiente isolamento térmico, passando
pela harmônica estrutura de madeira da parte externa
e o tecido que reveste a interna, tudo é puro conforto
e , acredite se quiser, com um certo arzinho de aventura.
Esse “arzinho de aventura” vem da montanha
e do descampado.
O mistério rondou a viagem toda – inclusive
sob a forma de natureza. Fui conhecer uma das grandes
vedetes turísticas da região, o Canyon Fortaleza,
a 30 km do Parador.
Inútil dizer o quanto é impressionante se
defrontar com escarpas que chegam a medir 900 metros e
que foram formadas há cerca de 137 milhões
de anos. Mas sobre o vento que soprava no topo da montanha,
e que as fotos não revelam, posso lhes assegurar:
por alguns instantes temi por minha integridade física.
Foi preciso apoiar os pés no solo com consciência
e convicção. E mesmo assim, ao caminhar,
meu corpo era jogado de um lado para o outro. Uma experiência
realmente reveladora. Algo como um micro grão de
areia (o ser humano) caminhando em meio a uma singela
manifestação de força de natureza.
Inebriado pela profusão de queda-d´água
que compõem a Cachoeira do Tigre Preto, a primeira
com cerca de 30 metros, a segunda com aproximadamente
150 e a terceira a mais alta, com 250, fui possuído
por uma estranha e paradoxal sensação de
calma e êxtase.
O Parador é profundamente ligado à cultura
regional. E assim, de volta ao hotel, fui premiado com
um legítimo almoço campeiro. Ao fundo a
música dos pampas e o calor da lareira.
Dominado por um torpor
que na verdade nada mais era do que a soma do cansaço
do passeio matinal com o almoço campeiro e a magnífica
pureza do ar da montanha, dormi até o fim da tarde.
Ao acordar, um poente púrpuro, docemente sangrento,
envolvia o Parador. O frio prometia voltar à noite
com toda sua intensidade. Mas ele não era preocupante
para que dormia envolvido em “uma polegada de segredo”.
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Revista
Istoé
Junho 2003
Cabana 5 estrelas.
O Parador Casa da Montanha,
tipo inédito de hospedagem no Brasil, é
um acampamento cinco estrelas. Para se sentir dentro de
uma barraca não é preciso abrir mão
do conforto. Com estrutura de madeira, elas são
feitas de lona e recheadas com duas polegadas de fibras
de vidro e alumínio. Internamente revestidas de
tecido decorativo, a lona impede a passagem do frio ou
do calor. E para garantir o aconchego no rigoroso inverno
gaúcho não basta o calor humano do acompanhante
ou dos edredons de penas de ganso. Um aquecedor a gás
é a certeza de que é possível congelar
quando se está do lado de fora. Na cabana ainda
há espaço para um banheiro. A lanterna pendurada
na barraca é só um detalhe para lembrar
que se trata de um acampamento, porém chique.
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Jornal
Rural do Sul
Fevereiro 2003
Parador Casa da Montanha:
Um Novo Conceito em Ecoturismo.
Em meio a capões
de pinheiro e riachos de águas cristalinas, uma
suíte romântica. Luz indireta, estrutura
e piso em madeira, banheiro privativo, ducha higiênica,
além de um spray para perfumar o ambiente. Ao lado
de uma cama ampla e confortável, mesinhas de cabeceiras,
ornadas com charmosos abat-jours, ventilador de teto e
calefação para os dias frios. As cortininhas
da porta têm black-out, e o rumor das águas
do rio Camarinhas é o único som que se escuta,
sob o céu profundo dos Campos de Cima da Serra.
Se você imaginou um hotel cinco estrelas, acertou
em cheio. Só um detalhe: esse luxo todo cabe dentro
de cabanas, mas que lembram cabanas. São barracas
de lona, lindas. Nas cores vermelha e azul, quadriculadas
e listradas, são forradas com tecido e material
à base de fibra de vidro e alumínio, que
garantem o conforto térmico, impedindo a passagem
do frio ou do calor, semelhantes às usadas em safáris
na África, só que adaptadas para o nosso
clima.
Do lado de fora, a Casa de Banho, com boxes individuais
e excelentes duchas de água quente, além
de uma sala com água mineral, espelho, toalhas
esterilizadas, e toda uma infra-estrutura deve dar inveja
a qualquer hotel cinco estrelas.
Cada cabana tem cabideiro, guarda-chuva, lanterna e extintor
de incêndio, além de sandálias, para
o hóspede usar na hora do banho. O requinte chega
a ponto de combinar a cor das sandálias, com a
das barracas, de cujo interior não se tem vontade
de sair.
O nome das cabanas homenageia espécies em extinção,
como o lobo-guará, graxaim e leão-baio,
e são unidas entre si por grossas cordas que fazem
parte da decoração rústica, e interligadas
através de um deck de madeira, que faz as vezes
de uma passarela. O Parador, que fica a uma hora de Gramado,
está localizado entre Cambará do Sul e o
cânion do Itaimbezinho.
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Revista
Chiques
Março 2003
Fauna.
Com os nomes de Macaco prego,
Jaguatirica, Gralha Azul, Veado Campeiro, Graxaim, Leão
Baio e Lobo-Guará, espécies da fauna local,
as barracas - na verdade charmosas cabanas - têm
estrutura de madeira, paredes interiores em tecido e decoração
rústica. Uma charmosa Casa de Banho abriga os chuveiros,
com direito a flores e a lareira para os dias de frio.
Para completar, a culinária campeira do restaurante
sugere pratos como feijão mexido, arroz com charque,
moranga caramelada e aipim com costela, entre outros.
Quando a noite cai, o silêncio realça o som
do rio e da natureza. É o bastante para um bom
sono, recarregando as energias para as atividades do outro
dia, como um banho de cascata ou pegar um sol nas espreguiçadeiras
no deck à beira do rio.
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Revista
Próxima Viajem
Junho 2003
Parador Casa da Montanha.
O Parador pode ser definido
como um posto avançado do belíssimo Hotel
Casa da Montanha, em Gramado. Trata-se de um lugar fora
dos padrões em muitos sentidos. Para começar,
não é um hotel; antes defini-lo como um
acampamento de luxo, com sete tendas no melhor estilo
dos safáris africanos em torno de uma sede-restaurante
eternamente aquecida por uma lareira. Não há
nada ao seu redor. Nem sequer uma cidade (Cambará
do Sul fica a 9 quilômetros em estrada de terra).
Entretanto, ele fica a 8 quilômetros dos esplêndidos
cânions de Aparados da Serra e é, de longe,
a melhor opção para quem quer conhecer uma
das regiões de geografia mais dramática
em todo o Brasil. Antes do Parador (aberto há um
ano), chegar a Fortaleza ou ao Itaimbezinho era missão
árdua. Ou você se hospedava a centenas de
quilômetros de distância e vinha para excursões
do tipo bate-e-volta ou ficava numa pensão mambembe
em Cambará. Agora é possível hospedar-se
numa das tendas e visitar os cânions a cavalo (ou
a pé), a partir do Parador. O hotel casa da montanha,
claro, oferece pacotes que conjugam o conforto se sua
sede em Gramado e a emoção de seu posto
avançado em Aparados da Serra.
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Jornal
Panrotas
Julho 2003
Ambiental tem opções.
Há opções
de cinco ou seis dias am Aparados. Na programação
de cinco dias, toda hospedagem ocorre no Parador Casa
da Montanha e as visitas são aos cânions
Itaimbezinho, Fortaleza e também à Cachoeira
dos Venâncios. No roteiro de seis dias, está
incluída a visita a Praia Grande, do lado de Santa
Catarina, e a Torres.
A Ambiental tem ainda a programação de sete
dias, que inclui Aparados da Serra e Gramado, na Serra
Gaúcha. Nesse roteiro, o passageiro fica três
noites em Gramado, com direito à prática
de rafting e trekking. São apenas três noites
em Aparados. Outra possibilidade oferecida é a
combinação dos roteiros de Aparados com
o programa de quatro dias em Gramado.
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Jornal
do Brasil (JB Online)
Julho 2003
De deixar Tarzan roxo de
inveja.
Passar o fim de semana numa barraca
à beira de um rio, e ter que dela sair para tomar
banho, enfrentando sete graus negativos. Programa de índio?
Não mais. A cidade de Cambará do Sul inaugurou,
no fim de 2002, um tipo de hospedagem para conciliar o
contato com o mundo selvagem e uma boa dose de comodidade.
O acampamento de luxo vem sendo oferecido pelo Parador
Casa da Montanha. Cobertas com lona e equipadas, oito
barracas térmicas, construídas às
margens do rio e sobre estruturas de madeira, permitem
que o turista fique o mais próximo da natureza
sem abdicar do conforto.
As camas são de madeira, e as acomodações
contam com banheiro e calefação elétrica.
Detalhes reforçam o ar de camping chique: travesseiros
e edredons de pena de ganso, sandálias de dedo
combinando com a cor da barraca e uma moringa de porcelana.
A casa de banho e a gastronomia são outros trunfos.
Embora a necessidade de sair da barraca para tomar banho
não agrade, o ambiente acolhedor encanta o visitante.
Com ante-sala repleta de sofás, toalhas, aquecedor
a lenha, cinco chuveiros aquecidos e uma espécie
de camarim para o hóspede se trocar, o espaço
torna o banho uma coisa agradável e completamente
inovadora.
A culinária também encanta. No cardápio,
comidas caseiras com gostinho de fazenda que acabam com
qualquer dieta. As sobremesas também são
imperdíveis.
O projeto das barracas térmicas foi desenvolvido
por Rafael Peccin, gerente do Parador e irmão do
secretário de Turismo de Gramado, Felipe Peccin.
Rafael idealizou o empreendimento após acampar
várias vezes à beira dos cânions da
região. É claro que o camping de luxo não
ofusca o brilho da natureza exuberante, genuína
estrela, mas ajuda um bocado a suportar o frio para contemplá-Ia.
Fica faltando só a colaboração de
São Pedro, para afastar o fantasma dos nevoeiros.
O Parador Casa da Montanha conta com seis barracas térmicas
de casal e duas de solteiro. No próximo ano, serão
construídas mais quatro delas, só que para
quatro pessoas e com chuveiro próprio. (A.B.)
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Estado
de São Paulo
Julho 2003
Parador aperfeiçoa
conceito de acampamento Casa da Montanha apresenta o "camping
cinco-estrelas" às portas de Aparados da Serra.
CAMBARÁ DO SUL - Para
quem nunca acampou, pensando no quanto o programa pode
ser desconfortável, uma boa notícia. O assunto
também promete deixar de orelha em pé os
adeptos do esquema mochilão nas costas, dispostos
às maiores agruras para estar em lugares privilegiados
pela natureza. No centro de tudo isso, o charme e as regalias
de passar alguns dias em uma das oito barracas térmicas
do Parador Casa da Montanha, entre Cambará do Sul
e o Parque Nacional de Aparados da Serra, na bela e acolhedora
Serra Gaúcha.
Elas não voam quando fustigadas pelo vento, têm
aquecedor a gás e até banheiro, para agradar
a quem aprecia comodidade. As camas são fofas,
cobertas por edredons de pena de ganso. Dá para
sentir saudades daquela pedrinha que sempre fica embaixo
do saco de dormir, turma da mochila?
O acampamento com cara de hotel cinco-estrelas foi instalado
em dezembro de 2002 na Fazenda Camarinhas, espetacular
por si só. São 300 hectares propícios
para passeios a cavalo, com direito a uma paisagem coberta
pelas tradicionais araucárias e um rio que corre
preguiçoso - gelado nesta época do ano -
e pode ser avistado da porta das barracas, que receberam
nomes de animais da região, como lobo-baio e veadocampeiro.
Quem as vê de longe, pouco nota a diferença
entre as convencionais, a não ser o fato de que
já estão montadas. São de lona clarinha,
parecem pequenas.
A semelhança, no entanto, se esvai assim que a
porta é aberta. No centro da cabana, revestida
de tecido xadrez, uma cama em estilo rústico, que
pode até enganar os desavisados. Mas a rusticidade
fica apenas na estrutura de madeira. Ao experimentáIa,
dá-se conta de que se trata de um convite sério
para um cochilo ou algo mais, se você estiver em
uma barraca para casal.
Afinal, o clima lá dentro é propício
ao namoro. O forro térmico e as tais "duas
polegadas de segredo", como diz o responsável
pelo Parador, Rafael Peccin, garantem a temperatura ideal
para o aconchego. "Nosso alvo são mesmo os
casais", explica Peccin.
Aos pés das mesinhas de cabeceira, pares de chinelos
aguardam os hóspedes. O "quarto" tem
ainda uma espécie de lavabo (com espelho!) e um
pequeno banheiro, dividido do ambiente por uma cortina
do mesmo tecido que o resto da cabana. Para dar um ar
de acampamento, o hotel deixa à disposição
dos visitantes uma pequena lanterna, mais para criar um
clima que para uso efetivo. A noite, spots iluminam o
"camping".
E o chuveiro? É coletivo e fica do lado de fora
da cabana. Agora os mochileiros estão reconhecendo
um verdadeiro acampamento. Só que a conclusão
é um tanto precipitada. Não se trata de
uma ducha e sim de uma casa de banho aquecida. Lá,
há toucas de plástico para ninguém
molhar o cabelo, uma infinidade de toalhas, mais pares
de chinelos.
São quatro as cabines para banho, que incluem
penteadeira e banquinho. A temperatura da ducha é
ideal, a ponto de ser possível ficar 30 minutos
com água
quente escorrendo pelo corpo, quando lá fora a
temperatura é de 7 graus, em média, no inverno.
Pegou fila? É só esperar em uma das cadeiras
instaladas logo na entrada da casa de banho.
Comidinhas - No lugar do Miojo de acampamento, jantar
um saborosíssimo ravióli de moranga com
cravo e canela, coberto por molho de frango à moda
italiana. A inusitada receita é do administrador-cozinheiro-e-faz-tudo
do Parador, Sady Oscar Sartori, de 68 anos, que também
fornece pinhão torrado ou cozido para beliscar
a qualquer hora do dia, ao lado da lareira.
Não é à toa que a gastronomia está
entre os pontos fortes do hotel, que também capricha
em comidinhas regionais. Que tal provar costelinha, feijão
mexido, arroz com charque e aipim com bacon acompanhados
por abóbora caramelada? Para beber, os melhores
vinhos do Sul, além de rótulos argentinos
e chilenos. O café da manhã não fica
atrás. São servidas as tradicionais cucas
- de amendoim ou goiaba -, bolos, biscoitos caseiros e
outras delícias capazes de fazer qualquer faquir
se esquecer do regime.
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Revista
Versatille
Julho 2003
Cabanas mas chiques. O conforto
e a vista espetacular fazem do Canpinghotel Parador Casa
da Montanha, na Serra Gaúcha, a melhor aventura
da estação.
O frio não é desculpa.
É o motivo. Aventurar-se em pleno inverno pelas
montanhas geladas do Rio Grande do Sul pode ser melhor
que você imagina. E não fica tão longe
de Porto Alegre. Lá nos Campos de Cima da Serra,
entre Cambará do Sul e o Parque Nacional de Aparados
da Serra.
Ali fica o Parador Casa da Montanha: o primeiro acampamento
cinco estrelas do Brasil. Sim, um camping com oito barracas
em formato de casa. Todas absolutamente confortáveis,
com edredons de penas de ganso, camas macias, aquecedor
a gás e até banheiros.
A idéia foi de Felipe Peccin, filho de Luciano
Peccln e Marlene Prawer, proprietários do elegante
hotel Casa da Montanha, em Gramado. Ele, os pais e o irmão
Rafael montaram o acampamento em dezembro de 2002. Uma
obra da engenharia de aventura cinco estrelas, com cabanas
estruturadas em madeira, forradas de lona e preenchidas
com duas polegadas de fibra de vidro e alumínio.
Assim, não há temperatura baixa que entre.
Para completar, uma vista das mais.
Deslumbrantes, com cânions, montanhas, quedas d'água,
rios sinuosos, vegetação riquíssima
e um pôr-do-sol escarlate, além da rica culinária
campeira gaúcha, repleta de iguarias, vinhos e
sobremesas deliciosas.
Depois é caminhar em trilhas, subir montanhas e
se divertir muito. Quando cansar, é só olhar
o horizonte e saber que Deus existe. Hotel Parador, telefone
(54) 286-2544.
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Jornal
Panrotas
Julho 2003
Camping muda conceito de
hospedagem
Barracas têm camas de casal ou solteiro, banheiros,
luz elétrica e aquecedor.
Apenas nove quilômetros
da entrada do Parque Nacional de Aparados da Serra, os
proprietários do hotel Casa da Montanha, um dos
mais sofisticados de Gramado, inauguraram há um
ano um pequeno restaurante, convertido em parada quase
obrigatória para aqueles que visitavam o parque.
Seis meses depois, o sucesso do restaurante animou os
administradores a investir na região, criando um
meio de hospedagem bastante particular, hoje chama do
de "acampamento de luxo".
No total, já foram construídas oito barracas,
com lona e forros térmicos, e um ambiente bastante
aconchegante, com direito a cama de casal, mesinha de
cabeceira com abajur e lanterna, espelho e pia, além
de um vaso sanitário, separado do quarto por cortinas.
E aquecedor, naturalmente, uma vez que as temperaturas
podem facilmente chegar a graus negativos no inverno nas
montanhas gaúchas. Chuveiros, no entanto, não
estão na barraca. Eles ficam na "casa de banho",
nome da maior das barracas, equipada com quatro chuveiros
com amplos espaços para trocar de roupa mimos como
touca de banho, sabonete líquido e chinelos. Nada
que faça lembrar um acampamento tradicional. Ao
lado, fica o restaurante do Parador Casa da Montanha Adventures,
nome do empreendimento, o projeto pioneiro.
Além das oito barracas, com capacidade para 16
pessoas, o Parador, administrado por Rafael Peccin, deverá
ganhar outras quatro barracas, maiores. "A idéia
é abrigar toda a família, então essas
construções receberão até
quatro pessoas", conta Peccin. "Também
pretendemos construí-Ias com banheiros completos,
ou seja, instalar os chuveiros. Elas seriam uma espécie
de quarto superior", explica. O investimento em cada
uma das barracas já construídas foi de cerca
de R$ 10 mil, segundo o administrador.
VISITAS
O Parador oferece passeios para os hóspedes, com
destaque para os cânions de Fortaleza, Itaimbezinho
e Malacara, com preços entre R$ 75 e R$ 95, por
pessoa. No caso da visita ao Fortaleza, de dia inteiro,
o preço jáinclui a refeição:
cesta de piquenique com sanduíches, frango, bandeja
de frios, refrigerantes, água e garrafa de vinho.
E a devida toalha xadrez. Além disso, há
passeios para a Cachoeira dos Venâncios (R$ 75)
e passeios a cavalo pela área da fazenda em que
está instalado o Parador. As saídas a cavalo
são às 10h e às 15h e o passeio tem
uma hora de duração. Custa R$ 20.
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Site:
www.familiaaventura.com.br
Outubro 2003
Serras Gaúchas.
Criado em 1959, o Parque
Aparados da Serra mantinha cinco cânions: Faxinalzinho,
Itaimbezinho, Malacara, Churriado e Fortaleza. Hoje, possui
10.700 hectares e abriga os cânions Faxinalzinho
e Itaimbezinho, sendo o último, o único
aberto a visitação. Uma de suas trilhas,
a do Vértice, permite apreciar duas obras da natureza:
a Cascata Andorinhas e a Cascata Véu da Noiva.
As duas ajudam a formar o Rio do Boi que percorre entre
as paredes gigantescas do cânion. Da trilha do Cotovelo,
4km pela antiga estrada, se tem a visão clássica
do Itaimbezinho: seus paredões emoldurando o rio.
Criado em 1992, o Parque Nacional da Serra Geral possui
19.300 hectares e abriga os cânions Malacara, Churriado
e Fortaleza. O cânion Fortaleza, um dos mais belos
da região, tem 7,5 km de extensão contra
os 5,8 km do Itaimbezinho. Seus paredões de até
900 metros parecem realmente uma fortaleza, daí
seu nome. Com o tempo aberto, em 1,8 km de caminhada é
possível avistar, lá de cima, parte do litoral
gaúcho. Há também a trilha da pedra
do Segredo com 50 minutos de caminhada onde chega-se a
cachoeira do Tigre Preto, com 3 quedas d' água
que alcançam 400 metros de altura. A trilha mais
radical do parque é a Travessia dos Cânions.
Dura um dia inteiro e percorre 23 quilômetros entre
os cânions Malacara e Fortaleza, passando pelo Churriado.
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Revista
na Capa
Novembro 2003
Hospedagem inovadora aliada
à natureza.
A 8 km do Parque Nacional dos
Aparados da Serra, o Parador Casa da Montanha é
a pedida para quem quer conhecer a região, mas
não abre mão do conforto. Inaugurado inicialmente
como restaurante em uma área da Fazenda Camarinhas,
o proprietário Rafael Peccin viu a oportunidade
de ampliar o negócio quando conheceu no exterior
um novo conceito de hospedagem: são oito barracas
térmicas, com cama de solteiro ou casal, com aquecimento
a gás e feitas em uma estrutura de tecido, lona,
fibra de vidro e alumínio, que mantém um
clima interno, mesmo com baixas ou altas temperaturas
do lado de fora. As cabanas possuem ainda pia e banheiro.
A Casa de Banho, que fica do lado de fora e é ligada
às cabanas por um deck de madeira, tem espaços
reservados e aquecidos.
Caso esteja de passagem, o visitante tem a opção
de desfrutar apenas de um típico e saboroso almoço
campeiro, com um cardápio que inclui arroz com
charque, feijão mexido, costela e laranja com canela,
entre outras iguarias, além de sobremesas caseiras.
O Parador oferece ainda saídas diárias para
os cânions, cavalgadas e pesca esportiva no rio
Camarinhas, que passa em frente às cabanas. À
noite, o clima aconchegante ganha uma pitada romântica.
É quando a iluminação fica mais tênue,
se acendem tochas e os visitantes podem tomar um bom vinho
à beira da lareira pra espantar o frio, enquanto
se preparam para o jantar.
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Jornal
Zero Hora
Abril 2004
Acampamentos cinco estrelas
Quem aprecia aventura e
contato com a natureza, mas não abre mão
do conforto tem agora um motivo a mais para visitar a
serra gaúcha. A nove quilômetros do cânion
do Itaimbezinho, em Cambará do Sul, o turista pode
desfrutar um acampamento cinco estrelas. Combinando rusticidade
e requinte, o Parador Casa da Montanha Adventures, extensão
do sofisticado hotel Casa da Montanha, de Gramado, supre
uma lacuna histórica no turismo local: a falta
de infra-estrutura.
Erguidas dentro de uma fazenda de 300 hectares, às
margens do Arroio Camarinhas, as oito barracas disponíveis
são revestidas, por uma lona térmica que
mantém a temperatura ideal mesmo no auge do frio.
O segredo são duas polegadas de fibras de vidro
e alumínio, escondidas sob o tecido decorativo
que confere charme ao ambiente. E nada de dormir no chão.
Camas de casal ou solteiro, estufa, ventilador e até
um lavabo agregam comodidade sem impedir que se ouçam
o soprar do vento cortando as araucárias, o canto
dos pássaros e o curso do riacho. O espírito
coletivo dos campings tradicionais é mantido na
Casa de Banhos, onde enfrentar uma ma pode ser uma desculpa
para aproveitar o aconchego da lareira na sala de espera.
A aventura fica por conta dos passeios, tanto na fazenda
quanto nos arredores. O hotel oferece pacotes de visitas
com trilhas guiadas para os cânions Itaimbezinho
e Fortaleza, que deslumbram pelas paredes rochosas de
mais de 700 metros de altura - partindo de Gramado ou
de Cambará. Os passeios são feitos em caminhonetes
Land Rovers, que atravessam até rios. Pescas esportivas,
trekking e cavalgadas são outros atrativos.
Acompanhando o requinte, um restaurante oferece ao turista
uma mostra do que há de melhor na gastronomia campeira:
arroz de charque, feijão mexido, costela e abóbora
caramelada, entre outros, com direito a saladas sem agrotóxicos
plantadas na própria horta do hotel. À noite,
o jantar à luz de velas esquenta o clima de romantismo.
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Revista
Marie Claire
Maio 2005
Montanhas sem fim
Cabanas chiques
Parque Nacional da Serra Geral é, na verdade, uma
extensão do Parque de Aparados da Serra e abriga
vários cânions -o mais conhecido é
o de Fortaleza. Mais rústico do que o Itaimbezinho
(não tem infra-estrutura turística), é
um dos mais fantásticos, com paredões de
até 900 m. Para alcançar seu mirante é
preciso subir a pé por meia hora. Se a 'viração'
(um espesso nevoeiro que cobre tudo em segundos) não
se manifestar, é possível enxergar a planície
catarinense e a cidade litorânea de Torres (RS).
Perto da pequena Cambará
do Sul, fica o Parador Casa da Montanha, uma espécie
de acampamento de luxo. Instalado ao lado do rio Camarinhas,
numa área em que o único atrativo é
a proximidade dos parques, tem 12 barracas batizadas com
nomes de animais da região. Se por fora elas parecem
simples, por dentro têm uma infra-estrutura surpreendente:
chão de madeira, banheiro, lavabo, estufa, ventilador,
cobertor térmico e cama macia. Os chuveiros ficam
em uma casa de banho coletiva, que também oferece
hidromassagem e sauna. Quem quiser privacidade pode optar
por uma das três suítes com chuveiro particular
e um deque com banheira de hidromassagem. Na sede, a varanda
com vista para o vale é um convite à introspecção
-e à gula, já que o restaurante oferece
delícias como carreteiro de charque, paleta de
cordeiro com batatas e truta regada com pinhão.
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