Parador na Mídia

O Parador foi destaque em diversas matérias exibidas em jornais, revistas e TV de todo o país desde sua abertura.
Aqui estão algumas delas para que você possa saber as opiniões de quem sabe tudo de turismo sobre o Parador Casa da Montanha.

 

 

Revista Pão de Açúcar
Julho 2003

Ao sabor dos ventos.

 

Revista Turismo Brasil Sul
Abril/Maio 2003

Acampamento de Luxo.

Perto dos cânions dos Aparados da Serra, o Parador Casa da Montanha oferece hospedagem confortável e boa comida sem perder contato com a natureza.
Quem gosta de acampara buscando intimidade com a natureza, mas detesta chão gelado, farelo de bolacha e xixi no mato, tem agora uma opção de hospedagem que reúne a rusticidade de um acampamento com a comodidade de hotel de categoria. Localizado no município gaúcho de Cambará do Sul, a poucos quilômetros dos cânions dos Aparados da Serra, o Parador Casa da Montanha foi inaugurado há seis meses como o primeiro hotel de barracas do Brasil, uma nova forma de praticar ecoturismo sem abrir mão do conforto.
As barracas são de lona, mas possuem estrutura de madeira, forração térmica, lavabo, estufa e ventilador de teto, além de colchões confortáveis e roupa de cama adequada. Apesar destas comodidades, o astral é rústico e o hóspede sente-se mesmo num acampamento, escutando o murmúrio das águas do arroio, o pio da coruja e o vento que penteia os Campos de Cima da Serra.
Hoje o Parador Casa da Montanha conta com seis barracas dispostas sobre o arroio Camarinhas, e oferece alternativas ecoturísticas leves e gratificantes, como passeios a cavalo, pesca esportiva, trekking e passeios de jipe, além de visitas aos cânions do Itaimbezinho e Fortaleza.

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Revista Viagem e Turismo
Maio/2003

Nos lindos cânions do Rio Grande do Sul, as barracas mais ecochiques do Brasil.

Essas barracas foram o ponto alto de uma viagem que fiz a Serra Gaúcha durante seis dias e que foi permeada de paisagens e pessoas fora do comum. Com o ecoturismo gaúcho indo, aparentemente, de vento em popa, com uma infra-estrutura profissional, esbaldei-me nas caminhadas pelos assombrosos canyons do Itaimbezinho e Fortaleza e estreei na prática do rafting num rio quase selvagem. Isso sem contar a cultura de hospitalidade que norteia as pessoas que habitam a região e sua requintada gastronomia, que vai do conhecido churrasco ao inocente e saboroso almoço campeiro. Quanto as barracas do Parador, confesso que, a princípio, fiquei apreensivo. Talvez seja um trauma de juventude. Passei por infernais noites de frio enrolado em gélidos sleeping bags e tendo como abrigo as não menos gélidas barraquinhas. Mas aqui a história era outra. Da confortável cama casal ao eficiente isolamento térmico, passando pela harmônica estrutura de madeira da parte externa e o tecido que reveste a interna, tudo é puro conforto e , acredite se quiser, com um certo arzinho de aventura. Esse “arzinho de aventura” vem da montanha e do descampado.
O mistério rondou a viagem toda – inclusive sob a forma de natureza. Fui conhecer uma das grandes vedetes turísticas da região, o Canyon Fortaleza, a 30 km do Parador.
Inútil dizer o quanto é impressionante se defrontar com escarpas que chegam a medir 900 metros e que foram formadas há cerca de 137 milhões de anos. Mas sobre o vento que soprava no topo da montanha, e que as fotos não revelam, posso lhes assegurar: por alguns instantes temi por minha integridade física. Foi preciso apoiar os pés no solo com consciência e convicção. E mesmo assim, ao caminhar, meu corpo era jogado de um lado para o outro. Uma experiência realmente reveladora. Algo como um micro grão de areia (o ser humano) caminhando em meio a uma singela manifestação de força de natureza. Inebriado pela profusão de queda-d´água que compõem a Cachoeira do Tigre Preto, a primeira com cerca de 30 metros, a segunda com aproximadamente 150 e a terceira a mais alta, com 250, fui possuído por uma estranha e paradoxal sensação de calma e êxtase.
O Parador é profundamente ligado à cultura regional. E assim, de volta ao hotel, fui premiado com um legítimo almoço campeiro. Ao fundo a música dos pampas e o calor da lareira.
Dominado por um torpor que na verdade nada mais era do que a soma do cansaço do passeio matinal com o almoço campeiro e a magnífica pureza do ar da montanha, dormi até o fim da tarde. Ao acordar, um poente púrpuro, docemente sangrento, envolvia o Parador. O frio prometia voltar à noite com toda sua intensidade. Mas ele não era preocupante para que dormia envolvido em “uma polegada de segredo”.



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Revista Istoé
Junho 2003

Cabana 5 estrelas.

O Parador Casa da Montanha, tipo inédito de hospedagem no Brasil, é um acampamento cinco estrelas. Para se sentir dentro de uma barraca não é preciso abrir mão do conforto. Com estrutura de madeira, elas são feitas de lona e recheadas com duas polegadas de fibras de vidro e alumínio. Internamente revestidas de tecido decorativo, a lona impede a passagem do frio ou do calor. E para garantir o aconchego no rigoroso inverno gaúcho não basta o calor humano do acompanhante ou dos edredons de penas de ganso. Um aquecedor a gás é a certeza de que é possível congelar quando se está do lado de fora. Na cabana ainda há espaço para um banheiro. A lanterna pendurada na barraca é só um detalhe para lembrar que se trata de um acampamento, porém chique.

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Jornal Rural do Sul
Fevereiro 2003

Parador Casa da Montanha: Um Novo Conceito em Ecoturismo.

Em meio a capões de pinheiro e riachos de águas cristalinas, uma suíte romântica. Luz indireta, estrutura e piso em madeira, banheiro privativo, ducha higiênica, além de um spray para perfumar o ambiente. Ao lado de uma cama ampla e confortável, mesinhas de cabeceiras, ornadas com charmosos abat-jours, ventilador de teto e calefação para os dias frios. As cortininhas da porta têm black-out, e o rumor das águas do rio Camarinhas é o único som que se escuta, sob o céu profundo dos Campos de Cima da Serra.
Se você imaginou um hotel cinco estrelas, acertou em cheio. Só um detalhe: esse luxo todo cabe dentro de cabanas, mas que lembram cabanas. São barracas de lona, lindas. Nas cores vermelha e azul, quadriculadas e listradas, são forradas com tecido e material à base de fibra de vidro e alumínio, que garantem o conforto térmico, impedindo a passagem do frio ou do calor, semelhantes às usadas em safáris na África, só que adaptadas para o nosso clima.
Do lado de fora, a Casa de Banho, com boxes individuais e excelentes duchas de água quente, além de uma sala com água mineral, espelho, toalhas esterilizadas, e toda uma infra-estrutura deve dar inveja a qualquer hotel cinco estrelas.
Cada cabana tem cabideiro, guarda-chuva, lanterna e extintor de incêndio, além de sandálias, para o hóspede usar na hora do banho. O requinte chega a ponto de combinar a cor das sandálias, com a das barracas, de cujo interior não se tem vontade de sair.
O nome das cabanas homenageia espécies em extinção, como o lobo-guará, graxaim e leão-baio, e são unidas entre si por grossas cordas que fazem parte da decoração rústica, e interligadas através de um deck de madeira, que faz as vezes de uma passarela. O Parador, que fica a uma hora de Gramado, está localizado entre Cambará do Sul e o cânion do Itaimbezinho.


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Revista Chiques
Março 2003

Fauna.

Com os nomes de Macaco prego, Jaguatirica, Gralha Azul, Veado Campeiro, Graxaim, Leão Baio e Lobo-Guará, espécies da fauna local, as barracas - na verdade charmosas cabanas - têm estrutura de madeira, paredes interiores em tecido e decoração rústica. Uma charmosa Casa de Banho abriga os chuveiros, com direito a flores e a lareira para os dias de frio. Para completar, a culinária campeira do restaurante sugere pratos como feijão mexido, arroz com charque, moranga caramelada e aipim com costela, entre outros.
Quando a noite cai, o silêncio realça o som do rio e da natureza. É o bastante para um bom sono, recarregando as energias para as atividades do outro dia, como um banho de cascata ou pegar um sol nas espreguiçadeiras no deck à beira do rio.

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Revista Próxima Viajem
Junho 2003

Parador Casa da Montanha.

O Parador pode ser definido como um posto avançado do belíssimo Hotel Casa da Montanha, em Gramado. Trata-se de um lugar fora dos padrões em muitos sentidos. Para começar, não é um hotel; antes defini-lo como um acampamento de luxo, com sete tendas no melhor estilo dos safáris africanos em torno de uma sede-restaurante eternamente aquecida por uma lareira. Não há nada ao seu redor. Nem sequer uma cidade (Cambará do Sul fica a 9 quilômetros em estrada de terra). Entretanto, ele fica a 8 quilômetros dos esplêndidos cânions de Aparados da Serra e é, de longe, a melhor opção para quem quer conhecer uma das regiões de geografia mais dramática em todo o Brasil. Antes do Parador (aberto há um ano), chegar a Fortaleza ou ao Itaimbezinho era missão árdua. Ou você se hospedava a centenas de quilômetros de distância e vinha para excursões do tipo bate-e-volta ou ficava numa pensão mambembe em Cambará. Agora é possível hospedar-se numa das tendas e visitar os cânions a cavalo (ou a pé), a partir do Parador. O hotel casa da montanha, claro, oferece pacotes que conjugam o conforto se sua sede em Gramado e a emoção de seu posto avançado em Aparados da Serra.

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Jornal Panrotas
Julho 2003

Ambiental tem opções.

Há opções de cinco ou seis dias am Aparados. Na programação de cinco dias, toda hospedagem ocorre no Parador Casa da Montanha e as visitas são aos cânions Itaimbezinho, Fortaleza e também à Cachoeira dos Venâncios. No roteiro de seis dias, está incluída a visita a Praia Grande, do lado de Santa Catarina, e a Torres.
A Ambiental tem ainda a programação de sete dias, que inclui Aparados da Serra e Gramado, na Serra Gaúcha. Nesse roteiro, o passageiro fica três noites em Gramado, com direito à prática de rafting e trekking. São apenas três noites em Aparados. Outra possibilidade oferecida é a combinação dos roteiros de Aparados com o programa de quatro dias em Gramado.

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Jornal do Brasil (JB Online)
Julho 2003

De deixar Tarzan roxo de inveja.

Passar o fim de semana numa barraca à beira de um rio, e ter que dela sair para tomar banho, enfrentando sete graus negativos. Programa de índio? Não mais. A cidade de Cambará do Sul inaugurou, no fim de 2002, um tipo de hospedagem para conciliar o contato com o mundo selvagem e uma boa dose de comodidade.
O acampamento de luxo vem sendo oferecido pelo Parador Casa da Montanha. Cobertas com lona e equipadas, oito barracas térmicas, construídas às margens do rio e sobre estruturas de madeira, permitem que o turista fique o mais próximo da natureza sem abdicar do conforto.
As camas são de madeira, e as acomodações contam com banheiro e calefação elétrica. Detalhes reforçam o ar de camping chique: travesseiros e edredons de pena de ganso, sandálias de dedo combinando com a cor da barraca e uma moringa de porcelana.
A casa de banho e a gastronomia são outros trunfos. Embora a necessidade de sair da barraca para tomar banho não agrade, o ambiente acolhedor encanta o visitante. Com ante-sala repleta de sofás, toalhas, aquecedor a lenha, cinco chuveiros aquecidos e uma espécie de camarim para o hóspede se trocar, o espaço torna o banho uma coisa agradável e completamente inovadora.
A culinária também encanta. No cardápio, comidas caseiras com gostinho de fazenda que acabam com qualquer dieta. As sobremesas também são imperdíveis.
O projeto das barracas térmicas foi desenvolvido por Rafael Peccin, gerente do Parador e irmão do secretário de Turismo de Gramado, Felipe Peccin. Rafael idealizou o empreendimento após acampar várias vezes à beira dos cânions da região. É claro que o camping de luxo não ofusca o brilho da natureza exuberante, genuína estrela, mas ajuda um bocado a suportar o frio para contemplá-Ia. Fica faltando só a colaboração de São Pedro, para afastar o fantasma dos nevoeiros.
O Parador Casa da Montanha conta com seis barracas térmicas de casal e duas de solteiro. No próximo ano, serão construídas mais quatro delas, só que para quatro pessoas e com chuveiro próprio. (A.B.)

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Estado de São Paulo
Julho 2003

Parador aperfeiçoa conceito de acampamento Casa da Montanha apresenta o "camping cinco-estrelas" às portas de Aparados da Serra.

CAMBARÁ DO SUL - Para quem nunca acampou, pensando no quanto o programa pode ser desconfortável, uma boa notícia. O assunto também promete deixar de orelha em pé os adeptos do esquema mochilão nas costas, dispostos às maiores agruras para estar em lugares privilegiados pela natureza. No centro de tudo isso, o charme e as regalias de passar alguns dias em uma das oito barracas térmicas do Parador Casa da Montanha, entre Cambará do Sul e o Parque Nacional de Aparados da Serra, na bela e acolhedora Serra Gaúcha.
Elas não voam quando fustigadas pelo vento, têm aquecedor a gás e até banheiro, para agradar a quem aprecia comodidade. As camas são fofas, cobertas por edredons de pena de ganso. Dá para sentir saudades daquela pedrinha que sempre fica embaixo do saco de dormir, turma da mochila?
O acampamento com cara de hotel cinco-estrelas foi instalado em dezembro de 2002 na Fazenda Camarinhas, espetacular por si só. São 300 hectares propícios para passeios a cavalo, com direito a uma paisagem coberta pelas tradicionais araucárias e um rio que corre preguiçoso - gelado nesta época do ano - e pode ser avistado da porta das barracas, que receberam nomes de animais da região, como lobo-baio e veadocampeiro.
Quem as vê de longe, pouco nota a diferença entre as convencionais, a não ser o fato de que já estão montadas. São de lona clarinha, parecem pequenas.
A semelhança, no entanto, se esvai assim que a porta é aberta. No centro da cabana, revestida de tecido xadrez, uma cama em estilo rústico, que pode até enganar os desavisados. Mas a rusticidade fica apenas na estrutura de madeira. Ao experimentáIa, dá-se conta de que se trata de um convite sério para um cochilo ou algo mais, se você estiver em uma barraca para casal.
Afinal, o clima lá dentro é propício ao namoro. O forro térmico e as tais "duas polegadas de segredo", como diz o responsável pelo Parador, Rafael Peccin, garantem a temperatura ideal para o aconchego. "Nosso alvo são mesmo os casais", explica Peccin.
Aos pés das mesinhas de cabeceira, pares de chinelos aguardam os hóspedes. O "quarto" tem ainda uma espécie de lavabo (com espelho!) e um pequeno banheiro, dividido do ambiente por uma cortina do mesmo tecido que o resto da cabana. Para dar um ar de acampamento, o hotel deixa à disposição dos visitantes uma pequena lanterna, mais para criar um clima que para uso efetivo. A noite, spots iluminam o "camping".
E o chuveiro? É coletivo e fica do lado de fora da cabana. Agora os mochileiros estão reconhecendo um verdadeiro acampamento. Só que a conclusão é um tanto precipitada. Não se trata de uma ducha e sim de uma casa de banho aquecida. Lá, há toucas de plástico para ninguém molhar o cabelo, uma infinidade de toalhas, mais pares de chinelos.
São quatro as cabines para banho, que incluem
penteadeira e banquinho. A temperatura da ducha é
ideal, a ponto de ser possível ficar 30 minutos com água
quente escorrendo pelo corpo, quando lá fora a temperatura é de 7 graus, em média, no inverno. Pegou fila? É só esperar em uma das cadeiras instaladas logo na entrada da casa de banho.
Comidinhas - No lugar do Miojo de acampamento, jantar um saborosíssimo ravióli de moranga com cravo e canela, coberto por molho de frango à moda italiana. A inusitada receita é do administrador-cozinheiro-e-faz-tudo do Parador, Sady Oscar Sartori, de 68 anos, que também fornece pinhão torrado ou cozido para beliscar a qualquer hora do dia, ao lado da lareira.
Não é à toa que a gastronomia está entre os pontos fortes do hotel, que também capricha em comidinhas regionais. Que tal provar costelinha, feijão mexido, arroz com charque e aipim com bacon acompanhados por abóbora caramelada? Para beber, os melhores vinhos do Sul, além de rótulos argentinos e chilenos. O café da manhã não fica atrás. São servidas as tradicionais cucas - de amendoim ou goiaba -, bolos, biscoitos caseiros e outras delícias capazes de fazer qualquer faquir se esquecer do regime.

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Revista Versatille
Julho 2003

Cabanas mas chiques. O conforto e a vista espetacular fazem do Canpinghotel Parador Casa da Montanha, na Serra Gaúcha, a melhor aventura da estação.

O frio não é desculpa. É o motivo. Aventurar-se em pleno inverno pelas montanhas geladas do Rio Grande do Sul pode ser melhor que você imagina. E não fica tão longe de Porto Alegre. Lá nos Campos de Cima da Serra, entre Cambará do Sul e o Parque Nacional de Aparados da Serra.
Ali fica o Parador Casa da Montanha: o primeiro acampamento cinco estrelas do Brasil. Sim, um camping com oito barracas em formato de casa. Todas absolutamente confortáveis, com edredons de penas de ganso, camas macias, aquecedor a gás e até banheiros.
A idéia foi de Felipe Peccin, filho de Luciano Peccln e Marlene Prawer, proprietários do elegante hotel Casa da Montanha, em Gramado. Ele, os pais e o irmão Rafael montaram o acampamento em dezembro de 2002. Uma obra da engenharia de aventura cinco estrelas, com cabanas estruturadas em madeira, forradas de lona e preenchidas com duas polegadas de fibra de vidro e alumínio. Assim, não há temperatura baixa que entre. Para completar, uma vista das mais.
Deslumbrantes, com cânions, montanhas, quedas d'água, rios sinuosos, vegetação riquíssima e um pôr-do-sol escarlate, além da rica culinária campeira gaúcha, repleta de iguarias, vinhos e sobremesas deliciosas.
Depois é caminhar em trilhas, subir montanhas e se divertir muito. Quando cansar, é só olhar o horizonte e saber que Deus existe. Hotel Parador, telefone (54) 286-2544.

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Jornal Panrotas
Julho 2003

Camping muda conceito de hospedagem
Barracas têm camas de casal ou solteiro, banheiros, luz elétrica e aquecedor.

Apenas nove quilômetros da entrada do Parque Nacional de Aparados da Serra, os proprietários do hotel Casa da Montanha, um dos mais sofisticados de Gramado, inauguraram há um ano um pequeno restaurante, convertido em parada quase obrigatória para aqueles que visitavam o parque. Seis meses depois, o sucesso do restaurante animou os administradores a investir na região, criando um meio de hospedagem bastante particular, hoje chama do de "acampamento de luxo".
No total, já foram construídas oito barracas, com lona e forros térmicos, e um ambiente bastante aconchegante, com direito a cama de casal, mesinha de cabeceira com abajur e lanterna, espelho e pia, além de um vaso sanitário, separado do quarto por cortinas. E aquecedor, naturalmente, uma vez que as temperaturas podem facilmente chegar a graus negativos no inverno nas montanhas gaúchas. Chuveiros, no entanto, não estão na barraca. Eles ficam na "casa de banho", nome da maior das barracas, equipada com quatro chuveiros com amplos espaços para trocar de roupa mimos como touca de banho, sabonete líquido e chinelos. Nada que faça lembrar um acampamento tradicional. Ao lado, fica o restaurante do Parador Casa da Montanha Adventures, nome do empreendimento, o projeto pioneiro.
Além das oito barracas, com capacidade para 16 pessoas, o Parador, administrado por Rafael Peccin, deverá ganhar outras quatro barracas, maiores. "A idéia é abrigar toda a família, então essas construções receberão até quatro pessoas", conta Peccin. "Também pretendemos construí-Ias com banheiros completos, ou seja, instalar os chuveiros. Elas seriam uma espécie de quarto superior", explica. O investimento em cada uma das barracas já construídas foi de cerca de R$ 10 mil, segundo o administrador.

VISITAS
O Parador oferece passeios para os hóspedes, com destaque para os cânions de Fortaleza, Itaimbezinho e Malacara, com preços entre R$ 75 e R$ 95, por pessoa. No caso da visita ao Fortaleza, de dia inteiro, o preço jáinclui a refeição: cesta de piquenique com sanduíches, frango, bandeja de frios, refrigerantes, água e garrafa de vinho. E a devida toalha xadrez. Além disso, há passeios para a Cachoeira dos Venâncios (R$ 75) e passeios a cavalo pela área da fazenda em que está instalado o Parador. As saídas a cavalo são às 10h e às 15h e o passeio tem uma hora de duração. Custa R$ 20.

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Site: www.familiaaventura.com.br
Outubro 2003

Serras Gaúchas.

Criado em 1959, o Parque Aparados da Serra mantinha cinco cânions: Faxinalzinho, Itaimbezinho, Malacara, Churriado e Fortaleza. Hoje, possui 10.700 hectares e abriga os cânions Faxinalzinho e Itaimbezinho, sendo o último, o único aberto a visitação. Uma de suas trilhas, a do Vértice, permite apreciar duas obras da natureza: a Cascata Andorinhas e a Cascata Véu da Noiva. As duas ajudam a formar o Rio do Boi que percorre entre as paredes gigantescas do cânion. Da trilha do Cotovelo, 4km pela antiga estrada, se tem a visão clássica do Itaimbezinho: seus paredões emoldurando o rio. Criado em 1992, o Parque Nacional da Serra Geral possui 19.300 hectares e abriga os cânions Malacara, Churriado e Fortaleza. O cânion Fortaleza, um dos mais belos da região, tem 7,5 km de extensão contra os 5,8 km do Itaimbezinho. Seus paredões de até 900 metros parecem realmente uma fortaleza, daí seu nome. Com o tempo aberto, em 1,8 km de caminhada é possível avistar, lá de cima, parte do litoral gaúcho. Há também a trilha da pedra do Segredo com 50 minutos de caminhada onde chega-se a cachoeira do Tigre Preto, com 3 quedas d' água que alcançam 400 metros de altura. A trilha mais radical do parque é a Travessia dos Cânions. Dura um dia inteiro e percorre 23 quilômetros entre os cânions Malacara e Fortaleza, passando pelo Churriado.

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Revista na Capa
Novembro 2003

Hospedagem inovadora aliada à natureza.

A 8 km do Parque Nacional dos Aparados da Serra, o Parador Casa da Montanha é a pedida para quem quer conhecer a região, mas não abre mão do conforto. Inaugurado inicialmente como restaurante em uma área da Fazenda Camarinhas, o proprietário Rafael Peccin viu a oportunidade de ampliar o negócio quando conheceu no exterior um novo conceito de hospedagem: são oito barracas térmicas, com cama de solteiro ou casal, com aquecimento a gás e feitas em uma estrutura de tecido, lona, fibra de vidro e alumínio, que mantém um clima interno, mesmo com baixas ou altas temperaturas do lado de fora. As cabanas possuem ainda pia e banheiro. A Casa de Banho, que fica do lado de fora e é ligada às cabanas por um deck de madeira, tem espaços reservados e aquecidos.
Caso esteja de passagem, o visitante tem a opção de desfrutar apenas de um típico e saboroso almoço campeiro, com um cardápio que inclui arroz com charque, feijão mexido, costela e laranja com canela, entre outras iguarias, além de sobremesas caseiras. O Parador oferece ainda saídas diárias para os cânions, cavalgadas e pesca esportiva no rio Camarinhas, que passa em frente às cabanas. À noite, o clima aconchegante ganha uma pitada romântica. É quando a iluminação fica mais tênue, se acendem tochas e os visitantes podem tomar um bom vinho à beira da lareira pra espantar o frio, enquanto se preparam para o jantar.

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Jornal Zero Hora
Abril 2004

Acampamentos cinco estrelas

Quem aprecia aventura e contato com a natureza, mas não abre mão do conforto tem agora um motivo a mais para visitar a serra gaúcha. A nove quilômetros do cânion do Itaimbezinho, em Cambará do Sul, o turista pode desfrutar um acampamento cinco estrelas. Combinando rusticidade e requinte, o Parador Casa da Montanha Adventures, extensão do sofisticado hotel Casa da Montanha, de Gramado, supre uma lacuna histórica no turismo local: a falta de infra-estrutura.
Erguidas dentro de uma fazenda de 300 hectares, às margens do Arroio Camarinhas, as oito barracas disponíveis são revestidas, por uma lona térmica que mantém a temperatura ideal mesmo no auge do frio. O segredo são duas polegadas de fibras de vidro e alumínio, escondidas sob o tecido decorativo que confere charme ao ambiente. E nada de dormir no chão. Camas de casal ou solteiro, estufa, ventilador e até um lavabo agregam comodidade sem impedir que se ouçam o soprar do vento cortando as araucárias, o canto dos pássaros e o curso do riacho. O espírito coletivo dos campings tradicionais é mantido na Casa de Banhos, onde enfrentar uma ma pode ser uma desculpa para aproveitar o aconchego da lareira na sala de espera.
A aventura fica por conta dos passeios, tanto na fazenda quanto nos arredores. O hotel oferece pacotes de visitas com trilhas guiadas para os cânions Itaimbezinho e Fortaleza, que deslumbram pelas paredes rochosas de mais de 700 metros de altura - partindo de Gramado ou de Cambará. Os passeios são feitos em caminhonetes Land Rovers, que atravessam até rios. Pescas esportivas, trekking e cavalgadas são outros atrativos.
Acompanhando o requinte, um restaurante oferece ao turista uma mostra do que há de melhor na gastronomia campeira: arroz de charque, feijão mexido, costela e abóbora caramelada, entre outros, com direito a saladas sem agrotóxicos plantadas na própria horta do hotel. À noite, o jantar à luz de velas esquenta o clima de romantismo.

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Revista Marie Claire
Maio 2005

Montanhas sem fim

Cabanas chiques
Parque Nacional da Serra Geral é, na verdade, uma extensão do Parque de Aparados da Serra e abriga vários cânions -o mais conhecido é o de Fortaleza. Mais rústico do que o Itaimbezinho (não tem infra-estrutura turística), é um dos mais fantásticos, com paredões de até 900 m. Para alcançar seu mirante é preciso subir a pé por meia hora. Se a 'viração' (um espesso nevoeiro que cobre tudo em segundos) não se manifestar, é possível enxergar a planície catarinense e a cidade litorânea de Torres (RS).

Perto da pequena Cambará do Sul, fica o Parador Casa da Montanha, uma espécie de acampamento de luxo. Instalado ao lado do rio Camarinhas, numa área em que o único atrativo é a proximidade dos parques, tem 12 barracas batizadas com nomes de animais da região. Se por fora elas parecem simples, por dentro têm uma infra-estrutura surpreendente: chão de madeira, banheiro, lavabo, estufa, ventilador, cobertor térmico e cama macia. Os chuveiros ficam em uma casa de banho coletiva, que também oferece hidromassagem e sauna. Quem quiser privacidade pode optar por uma das três suítes com chuveiro particular e um deque com banheira de hidromassagem. Na sede, a varanda com vista para o vale é um convite à introspecção -e à gula, já que o restaurante oferece delícias como carreteiro de charque, paleta de cordeiro com batatas e truta regada com pinhão.

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Revista Tam Magazine
Julho 2005

Hotéis mais requintados ainda não chegaram a cidade, com excessão do Parador Casa da Montanha.

Construído em uma fazenda nos arredores de Cambará, a meio caminho do parque Aparados da Serra, o Parador acomoda seus hóspedes em amplas e confortáveis cabanas térmicas. No hotel, a vida corre mansa como o o rio Camarinhas, que corta a propriedade em que ele se situa. Propositalmente não há televisão nem internet. Sem dúvida, é um daqueles lugares ideais para se esquecer do mundo e relaxar.

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